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Textos com Etiquetas ‘Mountain Bike’

Trilha em Jarinu e Treino de Speed

26, agosto, 2010 Vinicius Sem comentários

Dia 16/05/2010 fui para Jarinu fazer uma trilha de Mountain Bike. O meu amigo Régis sugeriu uma trilha do Guia de Trilhas Kalapalo – enCICLOpedia (Guia 4 – Jarinu 1). Gostei muito da ideia, passei o convite para LA Bike e para alguns amigos pedalantes. Confirmaram presença eu, a Ana Paula, Polly, Régis e sua namorada Patrícia.

Estava um dia frio, e o Régis sugeriu sairmos mais tarde, em sair da praça central de Jarinu umas 10 da manhã para a trilha. Pensei comigo que poderia ser uma excelente oportunidade de associar uma boa trilha com um treino na rodovia, com a bike de estrada.

Pensado e feito, vi o caminho pelo Google Maps e falei para todos que ia sair bem cedinho de casa, umas 7 da manhã, e que os encontraria às 10 em Jarinu. A Ana levou a minha mountain bike e bora pedalar!

Já tinha pedalado por boa parte da estrada, só não conhecia o trecho entre Campo Limpo Paulista e Jarinu. De São Paulo a Jarinu eu já tinha pedalado. Saí de cara, peguei o eixo Paulista – Heitor Penteado, segui por dentro da Lapa até a Ponte Anhanguera. Segui a Anhanguera com muito cuidado no trecho inicial, antes do Rodoanel, por estar muito perigoso devido a várias obras de ampliação e reforma da pista. Depois do Rodoanel foi só alegria, peguei o acesso da estrada de Campo Limpo / Jarinu e segui viagem. Depois de 2h34min e 77km cheguei em Jarinu, meia hora antes do combinado. Aproveitei a padaria e mandei ver um Pão de Queijo, um salgado e um cafezinho, tinha que matar o tempo até o pessoal chegar.

Deu 10 da manhã todos estavam lá, até acharam estranho não me encontrarem, andei bem rapidinho Alegre. Guardei a speed, montei as MTB’s e bora pedalar (de novo!).

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Para variar, eu tinha a trilha no meu GPS já como referência, mas o Régis já tinha pedalado por lá e foi nos guiando. E já preparou a todos, tem boas subidinhas. Quem avisa, amigo é!

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Foi uma das trilhas mais bonitas que já tinha feito, muito arborizada, toda recortada de sobes e desces, com campos a perder de vista.

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E no final, o Régis nos sugeriu um lugar para almoçar, que fiquei muito surpreso com a quantidade de comida e pelo preço… Como é bom pedalar num lugar muito bom, almoçar bem e gastar pouco!

Para completar, tive que acordar um cachorro folgado dormindo embaixo do carro… Vida mansa que só vendo!

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Percurso – Rodovia

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Percurso – Trilha

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Novamente no Armazém do Limoeiro para pedalar

24, agosto, 2010 Vinicius 1 comentário

Domingo (22/08/2010) estava um dia muito bonito para pedalar, com céu limpo e temperatura moderada. A ideia era fazer uma pedal iniciante para alguns colegas que iam começar a pedalar. Iam mesmo, porque no final das 12 pessoas confirmadas, só restaram quatro: eu, a Ana, Thiago e seu primo Alexandre.

O Thiago e eu sugerimos fazer uma mudança de planos e percorrer a trajeto original de 25km, em vez o inicialmente planejado de 14 km. O Alexandre, marinheiro de primeira viagem (fazia 6 anos que não pedalava), confiou na gente e aceitou a empreitada, coitadinho…

Seguimos caminho, saímos pelas 10:45, sem pressa. A primeira subida, logo no começo, com o corpo ainda meio frio, é sempre pesada. Um pouco de empurra bike e paradas para descansar. O bom é que depois da longa subida vem a longa descida.

Essa descida é sempre preocupante, com terra batida e lisa, é excelente para tomar bons tombos. E foi assim que o Thiago descobriu a qualidade do seu capacete (veja a foto), levou um baita tombo por causa da estrada lisa. Uns bons ralados, um capacete rachado, um grande susto! Viu que os danos tinham sido superficiais e seguimos estrada… Fica sempre o alerta, NUNCA andem sem capacete!!!!!!

Seguimos o pedal, fizemos a parada básica na Fazenda Cana Verde e depois de 3 horas já estávamos de volta ao Armazém.

Chegando no Limoeiro, “vesgos” de fome, encontramos a Fabiana e a Andressa, que estavam passeando por lá. Perguntei pelas bikes, mas preferiram cavalos dessa vez…

O Alexandre quase “morreu”… Faz parte do batismo da trilha… E como sempre terminamos o dia com um bom almoço no Limoeiro.

Percurso

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Trilha em Paranapiacaba é sempre bom

17, agosto, 2010 Vinicius Sem comentários

Sábado, dia primeiro de maio, feriado nacional foi um bom dia de trilha.

A região de Paranapiacaba é excelente para pedalar, já tinha estado lá uma vez, e relatei aqui no blog num post numa passagem bem rápida com o MTBTrip. E o vilarejo é um caso à parte, que vale a visita.

Marcamos de nos encontrar bem cedinho no estacionamento da entrada de Paranapiacaba. Estava meio friozinho, mas o dia prometia céu bonito e temperatura agradável. E cumpriu!

Fomos eu, Ana Paula, Polly, Bia, Ricardo, Régis, Patty, Marcelo e Thiago. Companhia melhor, impossível!

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E foi uma trilha nova alguns de nós, e com o GPS eu guiaria o grupo. A trilha tinha uma subida forte no começo e uma no final, o restante do trajeto seria bem tranquilo, plano, sem dificuldades.

Saímos todos pela cidade, e pegamos a estrada até a Vila de Taguarussu. O começo mais difícil tinha passado.

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As estradas tranquilas, o visual da Mata Atlântica e das florestas de Eucalipto.

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A Polly teve um pequeno acidente, digo até o seu batismo de bike. Ficou com o tornozelo roxo, ainda bem que passou dias depois… Nada grave, que bom!

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Depois da trilha, da subida final, veio a vila e a bonança! Todos estavam famintos e fomos atrás de um restaurante, que tem aos montes por lá, lugares caseiros, cuidado pelos moradores.

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Um “rango” de primeiro, boa companhia, um pedal que vale a pena ser repetido!

Percurso

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Caminho do Sol

6, agosto, 2010 Vinicius 3 comentários

Caminho do Sol

“Siga as setas amarelas”: essa é a diretriz do Caminho do Sol. Seja ela em pintadas em pedras, cercas ou postes próprios ou de energia. Em todo o caminho elas estão por lá… Tem que ficar sempre atento.

E aqui compartilho a experiência de percorrer o Caminho do Sol em dois dias, com muito vento, céu de brigadeiro, temperatura agradabilíssima e muito esforço!

O Caminho

O Caminho do Sol, nasceu com o objetivo maior de oferecer aos amantes de caminhadas, um ambiente agradável, passando em sua quase totalidade , somente por áreas rurais, buscando a introspecção e o despojamento material.

Aproveitando inicialmente as características topográficas, e o excelente nível de qualidade de vida da cidade de Águas de São Pedro, que coincidentemente comemora a data de sua fundação (dia 25 de Julho), com o dia do Apóstolo Santiago, lançamos dia 01 de dezembro de 2001, a pedra fundamental da Casa de Santiago, com a presença de Jesus Jato e sua mulher MariCarmen, doadores da imagem de Santiago.

A Casa de Santiago (local onde termina o Caminho do Sol) abriga hoje a imagem do Apóstolo Tiago. Entregue aos caminhantes em 25 de Julho de 2002 ,quando 94 peregrinos lá chegaram trazendo a imagem, que foi entronizada no “nicho” pelo Bispo Don Moacyr Vitti que no ano seguinte assinou o Decreto promulgando Santiago, Padroeiro da Cidade de Águas de São Pedro que até aquela data não tinha ainda seu Patrono Oficial.

Fonte: http://www.caminhodosol.org

Motivação

Tomei conhecimento do caminho através de um convite do GoBiking!. Procurei na internet e achei o site: http://www.caminhodosol.org, e referências de outras pessoas que fizeram. Fiquei interessado em um dia fazer o percurso, mas sempre foi complicado adequar o tempo e custos para a viagem.

No site do caminho fala sobre alguns requisitos, e um deles é participar da palestra orientativa, e conhecer todos os detalhes e dificuldades. Agendei a participação para o dia 13/03/2010, e lá conheci o Cláudio Margini, um dos consultores do caminho e ministrador da palestra.

Troquei vários e-mails com a Fátima e o José Palma sobre como se planejar, e tinha as coisas bem clara na cabeça.

Outro motivador foi sempre ver as setas pelas trilhas da região do Armazém do Limoeiro e nas provas do GP Ravelli de Salto. E como esse vai e vem de treinos e trilhas eu já tinha percorrido todo o percurso entre Santana de Parnaíba a Salto, de forma picada, e nunca de forma contínua.

Um dia, num dos pedais noturnos conversei com o “Alemão”, uns dos coordenadores do GoBiking! e organizador de cicloviagens freqüentes pelo caminho e surgiu a idéia de fazer o caminho em dois dias. Falou que era possível, era só planejar com calma.

No site há a clara menção de que é “hard” fazer o percurso em três dias, imagine em dois! O desafio foi despertado.

Preparação

Num bate papo de treino com o meu amigo Fred, companheiro de duplas no Endurance Bike e Maratona 100 Km dos Canaviais (em ambos ficamos em 7º lugar), tivemos a idéia de percorrer o caminho e só faltava definir um final de semana.

Ficamos acertados de fazer no dia 31/07 e 01/08/2010!

A Mari, namorada do Fred, ficaria no carro de apoio (santa decisão!), e nós sairíamos bem cedinho de Santana.

Conversamos bastante com o Prof. Helio Souza sobre como seguir nessa viagem, e publicou em seu blog as suas recomendações. Não nos assustamos tanto, porque tínhamos feito juntos, a apenas um mês, a Maratona 100 Km dos Canaviais, e parte das dicas valia para essa nossa trip.

Além das recomendações do Helio, também tivemos o auxílio de sua parceira Milena, nutricionista esportiva de primeiro, que em apenas duas conversas nos passou um conjunto muito bacana de recomendações gerais do que comer, do que não comer e com que frequência. Credito boa parte do nosso desempenho a essas dicas, que também estão no blog do Prof. Helio.

Fui atrás dos logs de GPS para montar a trilha e ver qual o melhor ponto de parada, afinal estamos falando de 245 quilômetros em dois dias. Estudei a trilha e altimetria, e ficou a parada em Capivari, 135km depois de Santana, e com a metade da altimetria. E para o segundo dia os 110km restantes.

Liguei para o Gran Tour Hotel em Capivari, fiz as nossas reservas. O Fred preparou os comes e bebes, e tudo pronto!

Primeiro Dia

Bike, mala e alimentação preparados, então a história seria pedalar!

Se sexta para sábado, acordei algumas vezes, estava ansioso Alegre. Não era para menos… Nunca tinha andado tanto de mountain bike num único dia, o máximo até hoje tinha sido 101km, e nesse primeiro dia estava previsto 135km, com 2100 metros de altimetria acumulada.

Acordei às 4:45, já tinha deixado tudo no carro, e zarpei para Aldeia da Serra, onde deixei o carro na casa da Mari. De lá fomos no carro do Fred para Santana de Parnaíba, apenas 10 km de distância.

Em Santana de Parnaíba estava frio (uns 12 graus), descemos as bikes, carregamos as caramanholas e seguimos a Estrada dos Romeiros. O destino final do dia foi Capivari, nos meus planos, 135 km depois.

Caminho do Sol - Dia 1 - 01

Eu conhecia todo o percurso até Salto, como falei já tinha pedalado em partes, ou treinando de Speed na estrada dos Romeiros, ou pedalando pela trilha do Limoeiro de MTB.

No começo pegamos um pouco de neblina, e aos poucos o sol foi dando suas caras e nos forçando a tirar os agasalhos. Logo depois de Pirapora de Bom Jesus já estava tirando o quebra-vento. E em Cabreúva os manguitos.

Caminho do Sol - Dia 1 - 07

Os primeiros 45km foram de asfalto e com muita subida e descida. Na saída de Cabreúva até o acesso a SP-75 (entrada do Limoeiro) a subida judiou bastante. Mas era começo e tínhamos pedalando somente 40km, e bem empolgados e inteiros.

Finalmente chegamos na entrada da estrada de terra, andamos um pouco e já estávamos no Armazém do Limoeiro, fizemos uma parada. A Mari comprou café, comemos uns pãezinhos e seguimos direto até Salto, onde paramos para reabastecer as caramanholas e descansar um pouco.

Caminho do Sol - Dia 1 - 20

Aproveitamos o visual, a temperatura muito agradável e o visual. Mesmo sendo um período mais seco, a natureza fez a sua parte no meio das pastagens.

Caminho do Sol - Dia 1 - 24

Foi bem rápido, entre a entrada da estrada de terra e a cidade de Salto, um trecho bem plano e a viagem estava rendendo muito bem.

A Fazenda Vesúvio é o ponto de parada e pouco para os peregrinos depois da Fazenda Cana Verde. Lá tivemos alguns contratempos, o primeiro foi que o caminho foi marcado por caminhos onde carro não podia passar, mas facilmente resolvido perguntando para funcionários da fazenda. E o segundo foi uma porteira trancada, onde o carro de apoio não passava. Perdemos um tempinho indo até a sede da fazenda, pegar chave, e continuar viagem.

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Uns 2 km depois tivemos um susto, um marimbondo picou meu companheiro Fred, ele se assustou, descontrolou da bike e caiu. Alguns esfolados moderados e o susto grande de uma queda numa viagem longa. As dores do tombo e ardência o seguraram bastante. Ele nunca pensou em desistir, foi guerreiro, e fomos juntos, eu fazendo o quebra-vento sempre que podia e mantivemos um bom ritmo.

O visual é muito bacana, um misto de fazendas de gado e grandes planos de cana.

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No final, antes da Fazenda Milhã, um zig zag em volta de uma grande represa, com muitas mensagens e marcações sobre o caminho. O bom é que tinha muita sombra, muito fresco, bom para descansar pedalando.

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Chegamos em Capivari perto das 3 da tarde, passamos numa farmácia para comprar curativos, e fomos para o hotel. Tomei banho e capotei por umas três horas, depois procuramos um lugar para jantar, e pelas 9 já estava dormindo para o outro dia.

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Resumo: 132 km, 2080 metros de subida acumulada, 7:20, e 21,5km/h de média em movimento.

Segundo Dia

Acordei uns 10 minutos atrasado, o café da manhã só seria servido as 7, e o administrador do hotel quebrou um galho e serviu o café uma hora mais cedo. Pouco minutos depois das 7 horas já estávamos zarpando.

No planejamento eu tinha estudado três logs de GPS, todos tinham um ou outro erro, mas entre Capivari e Mombuca o pessoal do GoBiking! pegou um atalho, indo direto pela rodovia, e o outro registro tinha muitos “vai e vem” estranhos, e várias marcações de erro. Estávamos empenhados em fazer o percurso total, seguir todas as setas amarelas, e fomos lá, sem a muleta do GPS…

Em alguns pontos erramos, sorte nossa a namorada do Fred buzinar e nos alertar para o erro.

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É importante estar sempre atento, o cansaço e calor sempre tiram a atenção, não pode bobear!

O visual continuava muito legal, vastidões de canaviais, ou sobes e desces de pastagens.

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O percurso do segundo dia foi muito mais duro do que o primeiro, muitas subidas íngremes e com pedras soltas, força nas pernas! O vento não pegou tão pesado quando no primeiro dia, o sol estava do nosso lado, tempo limpo e fresco.

A chegada foi extremamente gratificante!

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Demos uma perdidinha na entrada da cidade, mas rapidamente encontramos as setas e as indicações para a Casa de Santiago.

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E entrando num parque, muito arborizado até os altares e imagens, onde os peregrinos pegam o Arasollis, ou o passaporte validado da realização do caminho.

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A alegria de chegar na Casa de Santiago é indescritível, depois de dois dias muito bem pedalados, muitas subidas, descidas, a queda do Fred, o vento, tudo valeu a pena!

E agora quero voltar, novamente em dois dias, e também a Ana Paula, minha esposa, aí será de forma mais pausada.

Resumo: 110km,  2000 metros de subida acumulada, 6:10, e 20 km/h de média em movimento.

Percurso

Não existe o percurso oficial no site do Caminho do Sol, só mesmo de quem já fez.

O percurso que fizemos pode ser considerado 99,9% acurado para ser feito de bike e com carro de apoio de acompanhamento. Entretanto é importante a atenção para o sentido das vias e particularidades do caminho.

Vou deixar aqui para download em várias versões:

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Agradecimentos

Primeiro a minha esposa Ana Paula pela paciência de “deixar” eu fazer o Caminho do Sol, depois de uma semana fora de casa à trabalho.

Ao Fred, meu companheiro de provas em dupla e um grande colega de pedais. Espero que a parceria continue por muitos quilômetros. E o apoio da sua namorada Mari foi fundamental, dirigindo por horas e horas e sempre nos alertando nos nossos errinhos e desatenção.

Ao Prof. Helio Souza pelas dicas, conversas e treinos. Foram fundamentais para controlar o cansaço e manter o ritmo. E também a Milena, com as dicas de nutrição.

E por fim a galera do GoBiking! e Aventura a Dois por registrar o Caminho do Sol, e eu poder usar como referência.

Trilha na Serra do Japi, caminho “clássico”

30, julho, 2010 Vinicius Sem comentários

Continuando o relato atrasado das trilhas, aqui vai mais uma trilha “clássica” próximo à São Paulo: a da Serra do Japi, que também está no Guia de Trilhas, assim com a Trilha do Armazém do Limoeiro.

Já fazia um tempo que queria conhecer a região, sempre vi comentários de outros bikers sobre as trilhas. Então, pus-me a procurar na internet registros para o GPS. Procurei no Garmin Connect, fiz as correções e coloquei no GPS e toquei para lá. Olhei o acesso de carro para o ponto inicial da trilha, e pronto, tudo planejado.

Aproveitamos a compensação do feriado do dia 21/4 para a sexta 23/4, e fomos embora: eu Thiago e Marcelo. Foi preciso ir até Jundiaí, pegar uma pequena estrada à partir da Rodovia Anhanguera, passar por baixo da Rodovia dos Bandeirantes até um “bar”, onde estacionei o carro.

Depois das bikes e ciclistas preparados, bora pedalar!

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Logo no começo da trilha, uma subida bem longa e íngreme, a mais forte de todo o trajeto. O Marcelo e o Thiago, mesmo sem estar completamente aquecidos, foram bem, subiram na boa. E depois, foi aproveitar o longo trecho de descidas e planos.

Final da primeira e mais forte subida

Final da primeira e mais forte subida

A paisagem é muito interessante, com várias casas imersas na floresta e nas encostas da serra. E parece ser bem movimentada, sendo o acesso entre Jundiaí, Cajamar e Pirapora de Bom Jesus.

Uma estrada bem tranquila, sem muito movimento. Passamos na frente do ponto de saída mais tradicional, a Fazenda Japiapé, onde fica o Restaurante Japi a pé. Conhecer esse lugar ficará para outro dia.

Ainda teve tempo para mais uma boa subida quase chegando, de asfalto bem íngreme e longa. E uma descida muito rápida para relaxar as pernas.

Foi um dia muito proveitoso, tempo fresco e de bom pedal!

Percurso

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