#171 The Transcontinental Race journey

Ver esse vídeo foi de arrepiar, de encher os olhos de lágrimas, e reviver um pouco do que vivi durante a The Transcontinental Race. É algo complexo de descrever…

Repare no vivente, à direita, com 1:21 minutos, de havaianas e vestido de preto. Também na chamada “seventy four”, ou em português, “setenta e quatro”. Esse é o meu número, 74, esse sou eu! #TCRNo4S074

#171 The Transcontinental Race journey from PEdALED on Vimeo.

Trans Am Bike Race 2017: alguém mais se habilita?

Trans Am Bike Race 2017: alguém mais se habilita? As inscrições se encerram no dia 31 de janeiro. São 6920 kms (4300 milhas), cruzando 10 estados dos Estados Unidos. Seguindo as boas regras básicas: o cronômetro só pára quando chegar e não pode ter suporte externo.

Já temos o nosso primeiro brasileiro inscrito. Vamos torcer pelo Nuno Lopes, nosso primeiro compatriota inscrito, vamos torcer por ele!

Para mais informações, entre no site, Facebook, Instagram ou Twitter da prova.

Nas próximas semanas estarei postando aqui sites e nomes de várias provas de Ultra Distância, acompanhem!

The Lenght of Sweden – Sverigetempot: documentário

Um bom vídeo/documentário sobre longa distância: The Lenght of Sweden Sverigetempot.

É um documentário sobre a participação de três ciclistas (Erik Nohlin, Kristian Hallberg e Rita Jett) em uma prova de longa distância (LRM), estilo “randonnée”(sem suporte e com tempo limite), que corta toda a Suécia, partindo da fronteira com a Noruega, e percorrendo 2100 km.

Da mesma forma que a Erik da Specialized lançou a bike AWOL, com a série de vídeos (Melon, Trucks & Angry Dogs), ele fez para a nova Sequoia.

As paisagens são fantásticas, o drama passado pelos ciclistas é sempre um aprendizado, e cumprir tal distância é um grande feito.

Vale a pena assistir, e só estará disponível até amanhã (22/01/2016) a noite. Aproveitem!

Também vale a pena dar uma olhada na série Melon, Trucks & Angry Dogs:

Divulgação da minha capa na Bicycling Brasil pela Apidura

Obrigado Apidura pela divulgação da minha capa na Bicycling Brasil, pelo  apoio e incentivo!

Podcasts sobre a TCRNo4 no Portal Extremos

Desde o final de 2015 eu me tornei um ouvinte frequente dos podcasts gravados pelo Elias do Portal Extremos e seus aventureiros/parceiros. Durante a prova eu pude colocar “em dia” alguns que eu tinha atrasados.

Antes de eu ir para a Transcontinental Race, eu troquei algumas mensagens com o  sobre a possibilidade de eu compartilhar esse desafio com os ouvintes e leitores. E tive um retorno muito melhor que eu esperava, um espaço no Portal onde o Elias procurava passar um pouco do meu dia a dia, foi fantástico!

Também conseguimos nos organizar para gravar um podcast durante a prova (Podcat 139), próximo da metade. E também no final, eu já em São Paulo (Podcast 145).

Vale a pena escutar e sentir um pouco do que vivi!

Vocês podem conferir nos links a seguir (http://www.extremos.com.br/podcast/):

iTunes: https://itunes.apple.com/br/podcast/extremos-podcast/id633270091

SoundClound: https://soundcloud.com/portal-extremos

RSS: http://www.extremos.com.br/podcast/rss/

Momento Transcontinental Race e Trans-Siberian Extreme no Lounge Leforte do Letape Brasil

TCRNo4 no Jornal Tribuna da Região 

O Jornal Tribuna da Região publicou um pouco da experiência e do que vivi durante a The Transcontinental Race. Ocupar uma página inteira é muita honra!

Valeu Jean Ferreira dos Santos por elaborar as perguntas e intermediar esse espaço.

Bate Papo sobre a TCRNo4 no l’Etap Brasil

Volta da Padoca (São Paulo-Jundiaí), mais 120 km para a conta

Bom bate papo, parada para um café com pão na chapa em Jundiaí, vento na cara, emoção na Marginal Pinheiros e mais de 120 km para a conta.

Encontro na Praça Panamericana, saindo de São Paulo pelo Bairro da Lapa e seguindo pela Rodovia Anhanguera. Em Jordanésia fomos sentido Campo Limpo Paulista e pegamos um acesso para Jundiaí, subindo a Serra dos Cristais. A parada foi numa padaria em Jundiaí, onde saímos da cidade e rodamos poucos quilômetros na Rod. Anhanguera até a Rodovia dos Bandeirantes. A volta é mais rápida, mas o vento estava forte. A entrada em São Paulo pela Marginal Tietê é sempre tensa, nela seguimos até o “Cebolão”, continuando pela Marginal Pinheiros até a Ponte Cidade Universitária.

Redes Sociais – Social Networks

Facebook: http://facebook.com/vinimartinstcr

Eu criei uma página no Facebook para postar somente o conteúdo da Transcontinental Race. Acredito ser melhor separar a minha vida pessoal da minha preparação para o TCR. E também a página pessoal tem uma seríe de limitações.

I created an athlete page at Facebook to post my preparation for The Transcontinental Race. I believe that is better to separate my personal post of my TCR preparation. And the personal page has a lot of limitations.

Strava: http://strava.com/athletes/vmartins

O Strava é uma ferramenta para gravar e consolidar seus treinos, facilitando o acompanhamento e estatísticas, além de um forte apelo como rede social. Eu publicarei todos os meus treinos para o TCR lá. Fiquem à vontade para me seguir!

The Strava is a nice tool to record and consolidate your activities, easy to analyze and with a lot of social network features. I will publish all my trainings there. Feel free to follow me!

Instagram: http://instagram.com/viniciusmobi

O Instagram é uma limpa e visual, focada em fotos e pequenos vídeos (15 segundos). Um bom lugar para compartilhar alguns momentos entre familiares, amigos e pedalando.

Instagram is a clean social network, focused in photos and short videos. Very good place to share visual experiences.

Twitter: http://twitter.com/vinimartins

O Twitter também é uma ferramenta que usarei bastante, principalmente para publicação on line da minha posição durante treinos, Audax e principalmente a The Transcontinental Race. O rastreador que será usado pode publicar atualizações diretamente no twitter, e tudo via satélite. Muito moderno!

I will use Twitter as well, mostly to publish my position during long trainings, Audax and the TCR Race. The tracker that I will use during the race can publish the results on line, via sattelite. Very high tech!

Tumblr: http://viniciusmobi.tumblr.com

O tumblr é uma ferramenta de microblog muito boa. Também estarei postando por lá.

The tumblr is another great microblog tool, I will post there too.

Periscope: http://periscope.tv/vinimartins

Periscope facilitou o jeito de compartilhar vídeos tornando muito fácil transmitir ao vídeo, via celular, até mesmo via  GoPro4. Vou começar a usar com mais frequencia e quero transmitir alguns trechos do meu desafio.

Periscope enable stream more easily videos on-line, using your mobile phone, even using GoPro4. I will start stream videos using this tool, specially nice views during some races and the TCR.

Estou de volta! I’m Back!

I'm back!

Fazem 5 anos que escrevi o último post aqui. Muito tempo se passou e muita aconteceu desde então, e estou retomando o blog, principalmente para falar sobre a minha preparação e participação no Transcontinental Race em agosto de 2016. Escreverei sobre a prova, detalhes sobre a rota e curiosidades.

My last post on this blog was 5 years ago. A lot of things happening since then and now I’m resuming the blog, mostly focused on my preparation and participation on the Transcontinental Race, in August, 2016. I will write about the race, route and curiosities.

Ciclofaixa: Expansão

Tive a oportunidade de pedalar no dia da inauguração da expansão da Ciclofaixa de Lazer de São Paulo. Antes ela possuía 10km e agora passou para 30km, fazendo a ligação entre o Parque das Bicicletas, Ibirapuera, do Povo e Villa Lobos. Uma excelente opção para os ciclistas aos domingos, com boa sinalização e segurança.

A evolução é louvável nesses últimos meses, considerando que a Ciclofaixa foi inaugurada em 30/08/2010, mas é lenta para o déficit que São Paulo possui em relação à sua infraestrutura ciclo viária.

Continuo na espera da continuação prometida da Ciclovia do Rio Pinheiros e de mais opções para São Paulo, e de mais acessos a esse meio seguro de transporte e lazer.

Trilha em Jarinu e Treino de Speed

Dia 16/05/2010 fui para Jarinu fazer uma trilha de Mountain Bike. O meu amigo Régis sugeriu uma trilha do Guia de Trilhas Kalapalo – enCICLOpedia (Guia 4 – Jarinu 1). Gostei muito da ideia, passei o convite para LA Bike e para alguns amigos pedalantes. Confirmaram presença eu, a Ana Paula, Polly, Régis e sua namorada Patrícia.

Estava um dia frio, e o Régis sugeriu sairmos mais tarde, em sair da praça central de Jarinu umas 10 da manhã para a trilha. Pensei comigo que poderia ser uma excelente oportunidade de associar uma boa trilha com um treino na rodovia, com a bike de estrada.

Pensado e feito, vi o caminho pelo Google Maps e falei para todos que ia sair bem cedinho de casa, umas 7 da manhã, e que os encontraria às 10 em Jarinu. A Ana levou a minha mountain bike e bora pedalar!

Já tinha pedalado por boa parte da estrada, só não conhecia o trecho entre Campo Limpo Paulista e Jarinu. De São Paulo a Jarinu eu já tinha pedalado. Saí de cara, peguei o eixo Paulista – Heitor Penteado, segui por dentro da Lapa até a Ponte Anhanguera. Segui a Anhanguera com muito cuidado no trecho inicial, antes do Rodoanel, por estar muito perigoso devido a várias obras de ampliação e reforma da pista. Depois do Rodoanel foi só alegria, peguei o acesso da estrada de Campo Limpo / Jarinu e segui viagem. Depois de 2h34min e 77km cheguei em Jarinu, meia hora antes do combinado. Aproveitei a padaria e mandei ver um Pão de Queijo, um salgado e um cafezinho, tinha que matar o tempo até o pessoal chegar.

Deu 10 da manhã todos estavam lá, até acharam estranho não me encontrarem, andei bem rapidinho. Guardei a speed, montei as MTB’s e bora pedalar (de novo!).

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Para variar, eu tinha a trilha no meu GPS já como referência, mas o Régis já tinha pedalado por lá e foi nos guiando. E já preparou a todos, tem boas subidinhas. Quem avisa, amigo é!

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Foi uma das trilhas mais bonitas que já tinha feito, muito arborizada, toda recortada de sobes e desces, com campos a perder de vista.

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E no final, o Régis nos sugeriu um lugar para almoçar, que fiquei muito surpreso com a quantidade de comida e pelo preço… Como é bom pedalar num lugar muito bom, almoçar bem e gastar pouco!

Para completar, tive que acordar um cachorro folgado dormindo embaixo do carro… Vida mansa que só vendo!

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Percurso – Rodovia

Percurso – Trilha

Treino de 132 km na Rodovia dos Bandeirantes

Fiz um treino muito bom na Rodovia dos Bandeirantes nesse último sábado (21/08/2010). A ideia era rodar uns 120km.

Estacionei o carro no Rancho da Pamonha, logo no começo da Bandeirantes. Me aprontei e saí pelas 8 da manhã. A ida foi uma beleza, vento leve nas costas e média de 37km/h. Passei pelo Hopi Hari e o GPS marcava 57km, resolvi andar até o próximo retorno, para completar pelo menos 60km de ida.

Quando marcava 64 km peguei um retorno e vi que na volta a história seria outra. O vento que me levava agora me segurava, tinha que fazer força para manter o ritmo. Parei no posto SerraAzul para comprar água. Completei as garrafinhas e tomei o restante. Pus-me a voltar, com o vento de frente, só que mais moderado.

Fiquei na cola de dois triatletas, na subida eu os alcançava, na descida e no plano eles se distanciavam. Aquelas bikes aerodinâmicas funcionam mesmo contra o vento…

Fiz média de 30km/h na volta. E no final de 33,5km/h. Foi melhor que a minha média da Claro 100k do Rodoanel, aos poucos vou melhorando.

No entroncamento entre a Rodovia dos Bandeirantes e o Rodoanel, resolvi optar por entra no Rodoanel e pegar o primeiro retorno, os carros passam muito rápido por ali, e não é muito seguro atravessar esse acesso à partir do acostamento.

Total de 132km em 3h55min. Treininho/Passeio de primeira!

Percurso

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Novamente no Armazém do Limoeiro para pedalar

Domingo (22/08/2010) estava um dia muito bonito para pedalar, com céu limpo e temperatura moderada. A ideia era fazer uma pedal iniciante para alguns colegas que iam começar a pedalar. Iam mesmo, porque no final das 12 pessoas confirmadas, só restaram quatro: eu, a Ana, Thiago e seu primo Alexandre.

O Thiago e eu sugerimos fazer uma mudança de planos e percorrer a trajeto original de 25km, em vez o inicialmente planejado de 14 km. O Alexandre, marinheiro de primeira viagem (fazia 6 anos que não pedalava), confiou na gente e aceitou a empreitada, coitadinho…

Seguimos caminho, saímos pelas 10:45, sem pressa. A primeira subida, logo no começo, com o corpo ainda meio frio, é sempre pesada. Um pouco de empurra bike e paradas para descansar. O bom é que depois da longa subida vem a longa descida.

Essa descida é sempre preocupante, com terra batida e lisa, é excelente para tomar bons tombos. E foi assim que o Thiago descobriu a qualidade do seu capacete (veja a foto), levou um baita tombo por causa da estrada lisa. Uns bons ralados, um capacete rachado, um grande susto! Viu que os danos tinham sido superficiais e seguimos estrada… Fica sempre o alerta, NUNCA andem sem capacete!!!!!!

Seguimos o pedal, fizemos a parada básica na Fazenda Cana Verde e depois de 3 horas já estávamos de volta ao Armazém.

Chegando no Limoeiro, “vesgos” de fome, encontramos a Fabiana e a Andressa, que estavam passeando por lá. Perguntei pelas bikes, mas preferiram cavalos dessa vez…

O Alexandre quase “morreu”… Faz parte do batismo da trilha… E como sempre terminamos o dia com um bom almoço no Limoeiro.

Percurso

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Fotos

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Sports-Tracker, o novo Nokia Sports Tracker

No final de 2009, o Nokia Beta Labs anunciou o fim do suporte e a retirada do projeto de seus domínios. Estava aí lançada a empresa Sports Tracking Technologies, que assumiria o projeto suas futuras expansões.

Cheguei até pensar que o Nokia viNe seria o seu substituto, só foi mesmo suposição por o serviço nasceu e morreu sem muito alarde…

O Nokia Sports Tracker passou um bom tempo sem atualizações, sem versões para os novos aparelhos, e só com algumas versões que vazaram para suportar os aparelhos touch screen como o Nokia 5800 e Nokia N97.

Fiquei feliz em saber que o serviço passaria a rodar com pernas próprias, como uma empresa independente e quem sabe até com suporte à vários sistemas operacionais móveis e fabricantes de celulares.

No dia 15/08/2010 eu recebi um e-mail anunciando o encerramento oficial do Nokia Sports Tracker e o convite para todos migrarem para o Sports Tracker. Uma migração sem traumas e com garantia da exportação de todos os seus registros e configurações.

Hi,

A big thank you to all Nokia Sports Tracker beta users!

After two and a half years of operation, the Nokia Sports Tracker beta service was closed on June 30, 2010. We’d like to say thank you to all the exercise enthusiasts who used the service and contributed valuable feedback to its improvement.

We want you to stay active, which is why you can keep tracking your workouts through a new, non-Nokia service provided by Sports Tracking Technologies available for free in Ovi Store. The new service is open for registrations at sports-tracker.com, and you’ll even be able import your workout history from Nokia Sports Tracker until August 31, 2010.

With the new web service, you will also be able to take part in the Sports Tracker competition, hosted by the Ovi Blog. All you need to do is make a funny or interesting shape with your workout, share it publicly in the service and send us the link to the workout. Check out more details about the competition from the Ovi Blog

Why is Nokia ramping down Nokia Sports Tracker beta? Nokia Sports Tracker beta was an experimental, specialized vertical service letting people collect, and share their physical activities and routes using their mobile devices. Nokia’s strategy moving forward is to continue to deliver on the potential of this space, but through broader horizontal offerings that take advantage of our growing Ovi platform of services.

Thank you for using Sports Tracker beta and stay tuned for more to come from Ovi.

The Ovi team

Eu já tinha me pré-registrado e quando saiu a versão oficial para o Nokia E71, eu fiz a instalação e vi que o programa mantém as mesmas características, só que com um suporte a um grande número de telefones, mesmo que ainda só Nokia’s.

O bom é que o o post que escrevi a quase 2 anos atrás (Usando celulares Nokia como um “fitness logger” para registrar corridas e caminhadas) não está tão desatualizado.

Acompanhando a Maratona de São Paulo de bike

No dia 02/05/2010 foi o dia da Maratona de São Paulo. Depois do pedal em Paranapiacaba combinamos de procurar um lugar para assistir a maratona e tentar acompanhar um pouco, logicamente que de bike.

Paramos os carros no bairro de Pinheiros, próximo à casa do Júlio e da Ana do LA Bike. Foi eu, a Ana Paula e o Régis. Eu memorizei por onde passaria e fomos para próximo da Ponte Cidade Universitária.

Foi a conta de chegar lá e ver os atletas da elite passar. Eu fiquei impressionado com a velocidade que eles corriam, sempre em torno de 20 km/h.

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Vimos também a multidão de corredores, era muita gente! Corrida de rua é muito democrático, você precisa de um tênis, treino e disposição. Bem mais fácil do que bike (só bike é MUITO melhor! brincadeira).

E nisso, mantemos uma distância do grupo para que os policiais não nos retirassem da via, e também para não atrapalhar os atletas. Empurramos em alguns pontos, andamos nas vias paralelas, e assim seguimos. Dentro da USP foi bem mais fácil assistir, vimos a elite masculina e feminina passar, muito rápidos.

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Uma cena que me marcou foi esse casal fazendo a meia maratona, que disposição!

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Eu até animei de correr uma maratona, quem sabe no ano que vem???

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Percurso

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Fotos

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Trilha em Paranapiacaba é sempre bom

Sábado, dia primeiro de maio, feriado nacional foi um bom dia de trilha.

A região de Paranapiacaba é excelente para pedalar, já tinha estado lá uma vez, e relatei aqui no blog num post numa passagem bem rápida com o MTBTrip. E o vilarejo é um caso à parte, que vale a visita.

Marcamos de nos encontrar bem cedinho no estacionamento da entrada de Paranapiacaba. Estava meio friozinho, mas o dia prometia céu bonito e temperatura agradável. E cumpriu!

Fomos eu, Ana Paula, Polly, Bia, Ricardo, Régis, Patty, Marcelo e Thiago. Companhia melhor, impossível!

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E foi uma trilha nova alguns de nós, e com o GPS eu guiaria o grupo. A trilha tinha uma subida forte no começo e uma no final, o restante do trajeto seria bem tranquilo, plano, sem dificuldades.

Saímos todos pela cidade, e pegamos a estrada até a Vila de Taguarussu. O começo mais difícil tinha passado.

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As estradas tranquilas, o visual da Mata Atlântica e das florestas de Eucalipto.

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A Polly teve um pequeno acidente, digo até o seu batismo de bike. Ficou com o tornozelo roxo, ainda bem que passou dias depois… Nada grave, que bom!

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Depois da trilha, da subida final, veio a vila e a bonança! Todos estavam famintos e fomos atrás de um restaurante, que tem aos montes por lá, lugares caseiros, cuidado pelos moradores.

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Um “rango” de primeiro, boa companhia, um pedal que vale a pena ser repetido!

Percurso

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Fotos

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Claro 100k: Segunda Etapa – Campinas

A Claro 100k – Rodoanel foi muito bacana, mesmo com o incidente do pneu furo que relatei aqui no blog. Gostei muito de andar em pelotão, participar de uma competição de verdade de speed… É diferente do Desafio da Serra de Campos que participei em 2009, que é uma prova de subida, uma prova mais solitária.

A segunda etapa foi em Campinas, nas ruas do condomínio chamado Swiss Park. De certa forma eu estranhei a idéia, uma prova com várias voltas previstas 16km, que no final foram 6 de 14 km, não dando os 100 km previstos… Isso gerou muita confusão, para quem não estava antenado, ou mesmo para os que foram lá para correr 100km de verdade.

Também contei com uma presença muito especial, meu irmão Bruno estava lá sendo meu apoio e fotógrafo de plantão. Foi muito bom tê-lo lá compartilhando desse momento e conhecendo os feras do pedal.

Eu e meu irmão Bruno

Eu e meu irmão Bruno

Outra novidade para mim foi aquecer num rolo com três cilindros, é muito difícil no começo se estabilizar, eu não peguei o jeito ainda, mas foi só uma vez, o bom é testar o equilíbrio. Ainda bem que o Bruno estava me segurando.

Treinando no rolo de treino triplo

Treinando no rolo de treino triplo

Dessa vez a Escuderia recebeu um reforço de peso, o deca campeão de MTB Márcio Ravelli, que fez muita diferença na estratégia da equipe.

Escuderia e amigos reúnidos

Escuderia e amigos reúnidos

Eu e o Prof. Helio

Eu e o Prof. Helio

Eu e Edivando Souza Cruz, Campeão Brasileiro de MTB XC 2009

Eu e Edivando Souza Cruz, Campeão Brasileiro de MTB XC 2009

A prova foi muito dura, muito sobe e desce. A cada volta a resistência ia se minando. No começo tentei fazer parte de alguns grupos e pelotões menores, mas uns sobravam ou eu sobrava, resolvi fazer a minha prova, solo. Nessas horas o MTB te ajuda muito, é muito comum pedalar sozinho em subidas e descidas.

Eu tive as minhas lições, a principal nesse tipo de prova é alimentação e hidratação. Eu dei uma cansada forte na sexta volta (eu fiz 8), por não ter me alimentado na frequência certa, isso me custou uns bons minutos de recuperação. Foi uma boa lição, aprendi que em provas longas, duras e com muito calor o resultado é feito com esses detalhes e atenções, não pode se descuidar!

A alternância entre subidas e descidas, mesmo com o cansaço me favoreceu, devido a grande maioria das trilhas serem assim, eu gostei muito da prova!

Descida

Nessa descida cheguei a mais de 70 km/h...

A chegada é muito gratificante, e também digo que foi um alívio. Valeu!!!!

Chegada

Chegada

Medalha merecida...

Medalha merecida...

Outro feito importante foi a vitória da minha Escuderia, a HE Treinamento Esportivo, do Prof. Helio Souza. Uma vitória da estratégia e de trabalho em equipe, onde depois que três atletas se envolveram numa queda generalizada, o Márcio Ravelli com a sua experiência, esperou o grupo e juntos ganharam a categoria Escudeira, foi muito bacana! Nesse link você confere mais detalhes: http://www.professorheliosouza.com.br/2010/04/he-treinamento-vence-na-claro-100k.html.

Resultado

Categoria: 100km – Open Sênior – Ciclismo
Tempo: 3:10:19
Colocação Categoria: 17º

Percurso

http://vinicius.mobi/wp-content/rotas/2010.04.25.Campinas.Claro.100k.gpx

Fotos

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Caminho do Sol

Caminho do Sol

“Siga as setas amarelas”: essa é a diretriz do Caminho do Sol. Seja ela em pintadas em pedras, cercas ou postes próprios ou de energia. Em todo o caminho elas estão por lá… Tem que ficar sempre atento.

E aqui compartilho a experiência de percorrer o Caminho do Sol em dois dias, com muito vento, céu de brigadeiro, temperatura agradabilíssima e muito esforço!

O Caminho

O Caminho do Sol, nasceu com o objetivo maior de oferecer aos amantes de caminhadas, um ambiente agradável, passando em sua quase totalidade , somente por áreas rurais, buscando a introspecção e o despojamento material.

Aproveitando inicialmente as características topográficas, e o excelente nível de qualidade de vida da cidade de Águas de São Pedro, que coincidentemente comemora a data de sua fundação (dia 25 de Julho), com o dia do Apóstolo Santiago, lançamos dia 01 de dezembro de 2001, a pedra fundamental da Casa de Santiago, com a presença de Jesus Jato e sua mulher MariCarmen, doadores da imagem de Santiago.

A Casa de Santiago (local onde termina o Caminho do Sol) abriga hoje a imagem do Apóstolo Tiago. Entregue aos caminhantes em 25 de Julho de 2002 ,quando 94 peregrinos lá chegaram trazendo a imagem, que foi entronizada no “nicho” pelo Bispo Don Moacyr Vitti que no ano seguinte assinou o Decreto promulgando Santiago, Padroeiro da Cidade de Águas de São Pedro que até aquela data não tinha ainda seu Patrono Oficial.

Fonte: http://www.caminhodosol.org

Motivação

Tomei conhecimento do caminho através de um convite do GoBiking!. Procurei na internet e achei o site: http://www.caminhodosol.org, e referências de outras pessoas que fizeram. Fiquei interessado em um dia fazer o percurso, mas sempre foi complicado adequar o tempo e custos para a viagem.

No site do caminho fala sobre alguns requisitos, e um deles é participar da palestra orientativa, e conhecer todos os detalhes e dificuldades. Agendei a participação para o dia 13/03/2010, e lá conheci o Cláudio Margini, um dos consultores do caminho e ministrador da palestra.

Troquei vários e-mails com a Fátima e o José Palma sobre como se planejar, e tinha as coisas bem clara na cabeça.

Outro motivador foi sempre ver as setas pelas trilhas da região do Armazém do Limoeiro e nas provas do GP Ravelli de Salto. E como esse vai e vem de treinos e trilhas eu já tinha percorrido todo o percurso entre Santana de Parnaíba a Salto, de forma picada, e nunca de forma contínua.

Um dia, num dos pedais noturnos conversei com o “Alemão”, uns dos coordenadores do GoBiking! e organizador de cicloviagens freqüentes pelo caminho e surgiu a idéia de fazer o caminho em dois dias. Falou que era possível, era só planejar com calma.

No site há a clara menção de que é “hard” fazer o percurso em três dias, imagine em dois! O desafio foi despertado.

Preparação

Num bate papo de treino com o meu amigo Fred, companheiro de duplas no Endurance Bike e Maratona 100 Km dos Canaviais (em ambos ficamos em 7º lugar), tivemos a idéia de percorrer o caminho e só faltava definir um final de semana.

Ficamos acertados de fazer no dia 31/07 e 01/08/2010!

A Mari, namorada do Fred, ficaria no carro de apoio (santa decisão!), e nós sairíamos bem cedinho de Santana.

Conversamos bastante com o Prof. Helio Souza sobre como seguir nessa viagem, e publicou em seu blog as suas recomendações. Não nos assustamos tanto, porque tínhamos feito juntos, a apenas um mês, a Maratona 100 Km dos Canaviais, e parte das dicas valia para essa nossa trip.

Além das recomendações do Helio, também tivemos o auxílio de sua parceira Milena, nutricionista esportiva de primeiro, que em apenas duas conversas nos passou um conjunto muito bacana de recomendações gerais do que comer, do que não comer e com que frequência. Credito boa parte do nosso desempenho a essas dicas, que também estão no blog do Prof. Helio.

Fui atrás dos logs de GPS para montar a trilha e ver qual o melhor ponto de parada, afinal estamos falando de 245 quilômetros em dois dias. Estudei a trilha e altimetria, e ficou a parada em Capivari, 135km depois de Santana, e com a metade da altimetria. E para o segundo dia os 110km restantes.

Liguei para o Gran Tour Hotel em Capivari, fiz as nossas reservas. O Fred preparou os comes e bebes, e tudo pronto!

Primeiro Dia

Bike, mala e alimentação preparados, então a história seria pedalar!

Se sexta para sábado, acordei algumas vezes, estava ansioso Alegre. Não era para menos… Nunca tinha andado tanto de mountain bike num único dia, o máximo até hoje tinha sido 101km, e nesse primeiro dia estava previsto 135km, com 2100 metros de altimetria acumulada.

Acordei às 4:45, já tinha deixado tudo no carro, e zarpei para Aldeia da Serra, onde deixei o carro na casa da Mari. De lá fomos no carro do Fred para Santana de Parnaíba, apenas 10 km de distância.

Em Santana de Parnaíba estava frio (uns 12 graus), descemos as bikes, carregamos as caramanholas e seguimos a Estrada dos Romeiros. O destino final do dia foi Capivari, nos meus planos, 135 km depois.

Caminho do Sol - Dia 1 - 01

Eu conhecia todo o percurso até Salto, como falei já tinha pedalado em partes, ou treinando de Speed na estrada dos Romeiros, ou pedalando pela trilha do Limoeiro de MTB.

No começo pegamos um pouco de neblina, e aos poucos o sol foi dando suas caras e nos forçando a tirar os agasalhos. Logo depois de Pirapora de Bom Jesus já estava tirando o quebra-vento. E em Cabreúva os manguitos.

Caminho do Sol - Dia 1 - 07

Os primeiros 45km foram de asfalto e com muita subida e descida. Na saída de Cabreúva até o acesso a SP-75 (entrada do Limoeiro) a subida judiou bastante. Mas era começo e tínhamos pedalando somente 40km, e bem empolgados e inteiros.

Finalmente chegamos na entrada da estrada de terra, andamos um pouco e já estávamos no Armazém do Limoeiro, fizemos uma parada. A Mari comprou café, comemos uns pãezinhos e seguimos direto até Salto, onde paramos para reabastecer as caramanholas e descansar um pouco.

Caminho do Sol - Dia 1 - 20

Aproveitamos o visual, a temperatura muito agradável e o visual. Mesmo sendo um período mais seco, a natureza fez a sua parte no meio das pastagens.

Caminho do Sol - Dia 1 - 24

Foi bem rápido, entre a entrada da estrada de terra e a cidade de Salto, um trecho bem plano e a viagem estava rendendo muito bem.

A Fazenda Vesúvio é o ponto de parada e pouco para os peregrinos depois da Fazenda Cana Verde. Lá tivemos alguns contratempos, o primeiro foi que o caminho foi marcado por caminhos onde carro não podia passar, mas facilmente resolvido perguntando para funcionários da fazenda. E o segundo foi uma porteira trancada, onde o carro de apoio não passava. Perdemos um tempinho indo até a sede da fazenda, pegar chave, e continuar viagem.

Caminho do Sol - Dia 1 - 25

Uns 2 km depois tivemos um susto, um marimbondo picou meu companheiro Fred, ele se assustou, descontrolou da bike e caiu. Alguns esfolados moderados e o susto grande de uma queda numa viagem longa. As dores do tombo e ardência o seguraram bastante. Ele nunca pensou em desistir, foi guerreiro, e fomos juntos, eu fazendo o quebra-vento sempre que podia e mantivemos um bom ritmo.

O visual é muito bacana, um misto de fazendas de gado e grandes planos de cana.

Caminho do Sol - Dia 1 - 27

No final, antes da Fazenda Milhã, um zig zag em volta de uma grande represa, com muitas mensagens e marcações sobre o caminho. O bom é que tinha muita sombra, muito fresco, bom para descansar pedalando.

Caminho do Sol - Dia 1 - 28

Chegamos em Capivari perto das 3 da tarde, passamos numa farmácia para comprar curativos, e fomos para o hotel. Tomei banho e capotei por umas três horas, depois procuramos um lugar para jantar, e pelas 9 já estava dormindo para o outro dia.

Caminho do Sol - Dia 1 - 32

Resumo: 132 km, 2080 metros de subida acumulada, 7:20, e 21,5km/h de média em movimento.

Segundo Dia

Acordei uns 10 minutos atrasado, o café da manhã só seria servido as 7, e o administrador do hotel quebrou um galho e serviu o café uma hora mais cedo. Pouco minutos depois das 7 horas já estávamos zarpando.

No planejamento eu tinha estudado três logs de GPS, todos tinham um ou outro erro, mas entre Capivari e Mombuca o pessoal do GoBiking! pegou um atalho, indo direto pela rodovia, e o outro registro tinha muitos “vai e vem” estranhos, e várias marcações de erro. Estávamos empenhados em fazer o percurso total, seguir todas as setas amarelas, e fomos lá, sem a muleta do GPS…

Em alguns pontos erramos, sorte nossa a namorada do Fred buzinar e nos alertar para o erro.

Caminho do Sol - Dia 2 - 26

É importante estar sempre atento, o cansaço e calor sempre tiram a atenção, não pode bobear!

O visual continuava muito legal, vastidões de canaviais, ou sobes e desces de pastagens.

Caminho do Sol - Dia 2 - 15

O percurso do segundo dia foi muito mais duro do que o primeiro, muitas subidas íngremes e com pedras soltas, força nas pernas! O vento não pegou tão pesado quando no primeiro dia, o sol estava do nosso lado, tempo limpo e fresco.

A chegada foi extremamente gratificante!

Caminho do Sol - Dia 2 - 39

Demos uma perdidinha na entrada da cidade, mas rapidamente encontramos as setas e as indicações para a Casa de Santiago.

Caminho do Sol - Dia 2 - 41

E entrando num parque, muito arborizado até os altares e imagens, onde os peregrinos pegam o Arasollis, ou o passaporte validado da realização do caminho.

Caminho do Sol - Dia 2 - 43

A alegria de chegar na Casa de Santiago é indescritível, depois de dois dias muito bem pedalados, muitas subidas, descidas, a queda do Fred, o vento, tudo valeu a pena!

E agora quero voltar, novamente em dois dias, e também a Ana Paula, minha esposa, aí será de forma mais pausada.

Resumo: 110km,  2000 metros de subida acumulada, 6:10, e 20 km/h de média em movimento.

Percurso

Não existe o percurso oficial no site do Caminho do Sol, só mesmo de quem já fez.

O percurso que fizemos pode ser considerado 99,9% acurado para ser feito de bike e com carro de apoio de acompanhamento. Entretanto é importante a atenção para o sentido das vias e particularidades do caminho.

Vou deixar aqui para download em várias versões:

http://vinicius.mobi/wp-content/rotas/2010.Caminho.do.Sol.gpx

Fotos

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Agradecimentos

Primeiro a minha esposa Ana Paula pela paciência de “deixar” eu fazer o Caminho do Sol, depois de uma semana fora de casa à trabalho.

Ao Fred, meu companheiro de provas em dupla e um grande colega de pedais. Espero que a parceria continue por muitos quilômetros. E o apoio da sua namorada Mari foi fundamental, dirigindo por horas e horas e sempre nos alertando nos nossos errinhos e desatenção.

Ao Prof. Helio Souza pelas dicas, conversas e treinos. Foram fundamentais para controlar o cansaço e manter o ritmo. E também a Milena, com as dicas de nutrição.

E por fim a galera do GoBiking! e Aventura a Dois por registrar o Caminho do Sol, e eu poder usar como referência.